Estou quase quase a voltar para a minha segunda cidade. E a maior.
E no meio disso tudo, quero ficar e quero ir. As pessoas não imaginam o quanto é caro estudar longe de casa. Já paguei muito caro, e ainda não sei que mais ei de pagar.
Mas lá cresci e desenvolvi como nunca seria capaz de desenvolver por cá.
Vejo minha mãe a ficar irritada, um filho fora e a outra também já vai. Anda a custar-lhe, mas ela nunca diz nada, quer que lutemos pelo nosso futuro, contudo, nunca deixa de ser a eterna mama galinha.
Manos nem me dizem nada, desejam-me boa viagem, e tal, e o mais novo já mal olha para mim. Está numa fase critica da sua vida, e poderá acabar em Lisboa totalmente sozinho. Veremos se é capaz de se aguentar.
Fui então despedir-me do bando do café, já irritada pelo mano mais velho ter dito "vamos sair a noite?" e por fim nem veio a casa antes, para irmos juntos. Senti o "Fascinio" um bocado longe. No outro dia ele deu a entender a mais, e provavelmente reparou. Eu mexo um bocado com ele, e nem imaginem como fiquei contente, apesar de nem planear nada com ele, deu-me aquele gozo saber que não lhe sou indiferente. Então hoje, era acessivel, mas distante. Coisa que ele sempre soube fazer.
Vou deixar o meu quarto num caos, mas já o deixei muito pior do que desta vez.
Amanha vai ser um dia cheio: viagem, malas, secretarias, organizar o quarto e uma aula. Terça tenho de fazer a depilação, porque na quarta vou ter com o Mister "Não Sabe Ouvir Não Como Resposta". Nada vai acontecer, graças a menstruação (Thank God!)
Cya!
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